Soluções garantem sustentabilidade no tratamento do esgoto municipal de Jundiaí/SP

Um dos maiores afluentes do rio Tietê, o rio Jundiaí, tem sido a prova de que é possível recuperar um rio urbano, que já foi um dos mais poluídos de São Paulo. Além da fiscalização rígida e a preservação da mata às margens do rio, estações de tratamento de esgoto operadas nas cidades à sua margem passaram a tratar resíduos domésticos e da indústria que eram despejados diretamente no rio. Como resultado, em 2017, o rio Jundiaí foi o primeiro rio brasileiro a ter sua classe alterada em função da melhora da qualidade das suas águas. Todo o esgoto coletado na cidade de Jundiaí, que já foi a responsável por 70% da poluição do rio, é tratado na Estação de Tratamento de Esgotos de Jundiaí (ETEJ), desde 1998. Cerca de 36 milhões de metros cúbicos foram tratados e destinados adequadamente em 2017, garantindo um saneamento de qualidade e respeitando o meio ambiente. “Além da água limpa, o lodo produzido no processo é transformado em fertilizante e beneficia a agricultura, sendo usado em culturas que não são de consumo direto da população”, explica Luiz Pannuti Carra, diretor da Cia Saneamento de Jundiaí (CSJ), responsável pela ETEJ.

O processo da Estação é bastante simples e robusto, consistindo em lagoas aeradas de mistura completa seguidas de lagoas de decantação. A CSJ conta com empresas parceiras importantes, como a BASF, que contribui para o tratamento sustentável das águas residuais com floculantes para separação sólido-líquido. Com alto peso molecular, os polímeros da BASF promovem o agrupamento das partículas sólidas, formando o lodo, e permitindo a separação do líquido (efluente bruto), que segue para o tratamento. O lodo, por sua vez, é processado e transformado em fertilizante orgânico de qualidade e uso seguro. O processo da ETEJ tem eficiência para remover 95% da carga orgânica dos resíduos e tem produzido 2 mil toneladas por mês de fertilizantes. “É um trabalho importante que contribui para a melhor qualidade de vida e saúde da população dessa região”, considera Marcio André Fornaciari, coordenador de Químicos para Tratamento de Águas da BASF. A contribuição dos polímeros floculantes da BASF no tratamento de efluentes está na redução do impacto ambiental, com redução na dosagem do produto com maior rendimento e, assim, uma maior qualidade da água que pode ser devolvida para a estação de tratamento. Há ainda economia de custos operacionais no processo de deságue, de transporte e descarte, com redução no consumo total de energia. A CSJ conta com um sistema de gestão ambiental credenciado pela norma ISO 14.001 desde 2014, proporcionando uma operação consciente dos impactos e benefícios ambientais.

A CSJ
Fundada em 1996, a Cia Saneamento de Jundiaí (CSJ) construiu a Estação de Tratamento de Esgotos de Jundiaí (ETEJ), com o objetivo de tratar todo o esgoto de Jundiaí. A meta foi atingida e hoje todo o esgoto coletado pela DAE S/A recebe tratamento e destinação adequados, garantindo um saneamento de qualidade e respeitando o meio ambiente.

Fonte: JJ.COM.BR

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